sábado, 22 de janeiro de 2011

Guia do protetor solar

Gostando ou não, moramos em uma das regiões mais ensolaradas do planeta. Janeiro é mês de férias e muito calor, então acabamos mais expostos às radiações solares. A maioria dessas radiações não são prejudiciais, mas temos que ficar atentos à quantidade e aos horários em que elas tem maior intensidade, para evitar colocar a pele em risco. É imporante lembrar que nada em excesso é bacana, principalmente o sol. E uma dica básica para protegê-la é nunca esquecer de usar protetor solar, até mesmo nos dias nublados.

Porém, escolher o protetor solar não é tarefa simples, e usar o da amiga não é a solução, porque cada tipo de pele exige um cuidado diferente. O protetor solar ideal precisa agir contra os raios UV A e B, resistir à água e à transpiração e não pode provocar irritações ou o aparecimento de acnes, por isso as peles mais oleosas precisam de protetor solar em gel, livres de óleo. Já as peles mais secas, podem ser protegidas com loções cremossa, que vão hidratar. E se sua pele é sensível, dê preferência aos produtos sem fragância, corantes e livres de ácido PABA. E quanto maior o FPS (fator de proteção solar), melhor. Ex: FPS20, 20 é o número de vezes que sua pele vai estar protegida dos raios solares.

A Associção Brasileira de Defesa do Consumidor testou dez marcas de protetores e apenas dois foram aprovados:



O L'Óreal Solar Expertise foi considerado o melhor do teste e o Cenoura & Bronze foi dado como a escolha certa.
(Os preços variam de acordo com o FPS)


Os reprovados: Avon Sun, Banana Boat Bloqueador Solar Ultra, Coppertone Loção, Episol Loção Oil Free, La Roche-Posay, Natura Fotoequilíbrio,
Nívea Sun Loção Solar Protetora e Sundown Suncomplex.

Foram analisados rotulagem, composição, desperdício, irritabilidade, hidratação, proteção (UVA e UVB), resistência e teste em uso. A maioria foi reprovada por apresentar um ingrediente proibido em diversoso países, o benzophenone-3. Também não mostraram resistência à água e proteção após uma hora de uso em exposição solar. O protetor da Natura foi o que provou melhor hidratação e o Banana Boat foi o único a provocar irritação e vermelhidão em algumas voluntárias.

Muitos ítens de maquiagem também possuem FPS e o ideal é dar preferência à eles.
Vamos aproveitar que o ano está apenas começando e tornar o uso do protetor solar um hábito diário.

Salvando as madeixas




A minha dica de hoje é uso do Bepantol para cabelos ressecados. Pra quem não sabe, o Bepantol é na verdade um medicamento usado para cuidar de assaduras e rachaduras na pele de bebês e adultos, também é encontrado em pomada e recomendado para cuidados com tatuagens recentes.
Muitas pessoas acham estranho como que um remédio para assaduras e para a pele pode ser bom para o cabelo: é que o Bepantol é composto basicamente de vitamina b5 que tem o poder de regenerar. Várias meninas já usaram e aprovaram, podem usar com segurança. Detalhe importante: o bepantol é oleoso, então se seu cabelo for desse tipo, o Bepantol pode piorar um pouco a situação.
Você encontra em farmácias e drogarias, e seu preço varia de 5 à 10 reais.

A hidratação é feita da seguinte forma:
- 5ml de Bepantol líquido
- 2 colheres de sopa de açucar (mascavo ou cristal de preferência)
- 3 colheres de sopa do creme que você escolher.

Misture todos os ingredientes em uma tigela não metálica e aplique nos cabelos lavados. Massageie o couro cabeludo e os cabelos, deixe agir por 40 minutos. Enxágue e penteie como de costume. Se seus cabelos estiverem muito danificados, acrescente a mistura 1 colher de sopa de queratina líquida e use touca térmica. Para aumentar os resultados da hidratação faça uma escova usando algum produto termo-ativador ou defrizante.

Ps: A quantidade dos ingredientes para a hidratação varia de acordo com o quanto você quer fazer. Se seu cabelo for curto, use metade do indicado para cada produto.

Diquinha dada pela Bruna do blog depois dos quinze

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011




Oi gente,desculpe por não aparecer ontem, no meu penultimo post eu disse que as coisas estavam sem graça,mas ontem foi bem legalzinho estou na casa da minha tia,e fui na piscina ,fiz amizades novas haha,e digamos assim foi bem divertidinho.




Ontem antes de durmir eu e minha prima Bia, ligamos o radio,pois estavamos sem sono começou tocar uma musica bem animada lembrei da Leticia a minha amiga que eu sinto tanta saudade dançando uhhh ela é de +,foi bem legal,então fiquei pensando o 3 ano pode ser o melhor ano,seriaa de + se todas nos ficasemos na mesma sala,iria ser sensacional,eu a leka,a thu,a di,a nath,a nadia,a lary,todas iria ser amigas de todas,seria a sala perfeita uhhhh.Mas é só sonho mesmo é mais facil colocarem uma em cada sala kkk.


É nem tudo é uma maravilha hoje jogaram minha prima na piscina e ela se afogou,minha tia falou com a menina que empurrou minha prima e acho que agora esta tudo bem.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Geração -




É as vezes tenho vergonha de participar dessa dessa geração.
Hoje tem gente que faz qualquer coisa pra aparecer,imita os outros namorado mata namorada para mostrar que realmente a ama,mas eu tenho duvidas será que isso é realmente amor,tenho quase certeza que não,outros robam e matam,só pra andar com roupa de marca as vezes nem gosta, as quer por que os outros estão usando,hoje tem muitos casos de pessoas entrando para o vicio de alcool ou drogas,sem falar na pedofilia que cada vez mais acontece até padres estão nos casos.Parece que estão todos querendo seguir a midia e ela insiste em mostrar pessoas ricas ou estremamente,bonitas chegando quase no grau de perfeição,pode perceber como nas novelas raramente aparece uma pessoa digamos menos "bonita",me lembrei aparece sim ,quando é empregada ou de classe bem baixa.
Garotas estão morrendo de anorexia,por que elas ficam complexadas em chegar ao corpo das modelos famosas e isso acaba passando do limite.
Corrupção governo rouba todo dinheiro da população,e quando ela está precisando ninguem está pra ajudar.
Acho que a vida é curta de mais pra perder tempo com coisas bobas,e alem disso pessoas estão morrendo por isso, cada um tem seu jeito, e por mais que tente mudar e ser igual ao outros não consegue, é impossivel,e se você quer ser famoso, quer aparecer, tente fazer algo bom partipar de programas pra pessoas que precisam, estude muito pra ir em programas de tv mostrar o quanto é inteligente,qualquer coisa pra melhorar um pouquinho tudo isso.

Ente Aspas-Tédio



O tempo não corre: flutua pelos minutos num ritmo enlouquecedor de relógio sádico, como se esperasse meu limite pessoal.
As unhas roídas, a insônia, tédio.
A tv ignorada brilha o reflexo na janela contrastando o escuro que toma o resto do quarto. O frio amortece os pés descalços sob o cobertor e a chuva no vidro briga com o volume da televisão.
A tv sem público, as conversas com o cachorro, tédio.
O psiquiatra diz que não é nada, é só tédio.
O tédio que te aguarda, em cada espaço vazio do dia.
O tédio que te segura, em cada momento perdido de ocupação.
São onze horas e o ponteiro do relógio faz questão de me lembrar em cada batida.
TÉDIO. Cinco letras de angústia. Estado de espírito ou substantivo? Não é nada, só tédio.
Quer saber quem escreveu este texto
Nossa amiga Verônica Heiss do blog veronica.blogspot.com. Seus textos são bem legais esse ja é o segundo que eu posto,e hoje  esse foi oque mais combinou comigo e com meu dia,já tem um tempo que to achando as coisas meio sem graça,minhas ferias já estão acabando e não fiz nada de estraordinario, alias foram as ferias mais chata que já tive,hoje mesmo acordei achando que algo interessante iria acontecer e nada,nada diferente,não fiz amizades novas,e simplesmente tudo isso como diz nossa amiga Verônica não é nada só tedio .

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Entre Aspas - Armadilhas



Vamos combinar que muitas vezes não há mistério algum, vilão algum, nenhuma influência sobrenatural, questão de sorte. A gente sabe que se tocar naquele fio desencapado é choque garantido, como da última vez, mas a gente toca. A gente sabe que certos adubos são infalíveis para fazer a nossa dor crescer, mas a gente aduba. A gente sabe os tons emocionais que desarmonizam a pintura da tela de cada dia, mas a gente escolhe exatamente esses para pintar, mesmo dispondo de outros tantos na nossa caixa de lápis de cor. A gente sabe a medida do tempero e a desmedida, como sabe o sabor resultante de cada uma. Por histórico, a gente sabe a resposta muito antes de refazer a pergunta, mas a gente refaz.
Vamos combinar que muitas vezes não há nada de tão imprevisível, de tão inimaginável, muito menos entrelinhas, muito menos mau-olhado. A gente sabe, por memória das andanças, para onde a estrada de certos gestos nos leva, mas a gente segue. A gente sabe no que dá mexer em casa de marimbondo, mas a gente mexe. A gente sabe que não vai receber o que espera, mas a gente oferta sempre pela penúltima vez. A gente sabe que algumas praias são traiçoeiras, que não sabemos sequer nadar direito, que o afogamento é a coisa mais provável de todas, mas a gente mergulha. A gente sabe que a realidade, por mais dura que seja, precisa ser encarada com os olhos mais abertos do mundo, mas a gente inventa todo jeito que pode para desviar o olhar.
Vamos combinar que muitas vezes não há segredo algum, inimigo algum, interrogação alguma, nenhuma entidade obsessora além da nossa autosabotagem. A gente sabe que esticar a corda costuma encolher o coração, mas a gente estica. A gente sabe que nos trechos de inverno é necessário se agasalhar, mas a gente se expõe à friagem. A gente sabe que não pode mudar ninguém, que só podemos promover mudanças na nossa própria vida, mas a gente age como se esquecesse completamente dessa percepção tão sincera. A gente lembra os lugares de dor mais aguda onde já esteve e como foi difícil sair deles, mas, diante de circunstâncias de cheiro familiar, a gente teima em não aceitar o óbvio, em não se render ao fluxo, em não respeitar o próprio cansaço.
Eu pensava em todas essas armadilhas enquanto caminhava na Lagoa, um dia de céu de cara amarrada, um tiquinho de sol muito lá longe, tudo bem parecido comigo naquela manhã. Eu me perguntei por que quando mais precisamos de nós mesmos, geralmente mais nos faltamos. Que estranha escolha é essa que faz a gente alimentar os abismos quando mais precisa valorizar as próprias asas. Como conseguimos gostar tanto dos outros e tão pouco de nós. Eu me perguntei quando, depois de tanto tempo na escola, eu realmente conseguirei aprender, na prática, que o amor começa em casa. Por que, tantas vezes, quando estou mais perto de mim, mais eu me afasto. Eu me perguntei se viver precisa, de fato, ser tão trabalhoso assim ou se é a gente que complica, e muito. Como conseguimos ser tão vulneráveis, ao mesmo tempo que tão fortes. Somos humanos, é claro, mas ser humano é ser divino também.
Eu não tenho muitas respostas e as que tenho são impermanentes, como os invernos, os dias de céu de cara amarrada, os lugares de dor, os abismos todos, o bom uso das asas, os fios desencapados, as medidas e as desmedidas. Tudo passa, o que queremos e o que não queremos que passe, a tristeza e o alívio coabitam no espaço desta certeza. Eu não tenho muitas respostas. O que eu tenho é fé. A lembrança de que as perguntas mudam. Um modo de acreditar que os tiquinhos de sol possam sorrir o suficiente para desarmar a sisudez nublada de alguns céus. E uma vontade bonita, toda minha, de crescer.


Quer saber quem escreveu este texto
Ana Cláudia Saldanha,  novamente ela deu uma aparecidinha no blog seus texto são de mais.

Entre Aspas - Mochilão a Verdadeira Arte de Viajar


“O que chamo de viajar não tem muito a ver com viagens de férias. Tampouco significa necessariamente desbravar terras virgens. [...] Viajar é isto: deslocar-se para um lugar onde possamos descobrir que há, em nós, algo que não conhecíamos até então.” –Contardo Calligaris
A Cultura Backpacker surgiu da necessidade do ser humano de buscar o novo, o inusitado, e explorar o desconhecido. Mergulhar em outras culturas, descobrir outros jeitos de viver, conhecer a si mesmo e livrar-se das limitações que colocamos em nossas vidas são apenas alguns motivos pelo qual a cultura de mochileiros teve iniciação.

Muitos dizem que os pioneiros da arte de “andar sem rumo” foram escritores e artistas da Geração Beat, nascidos nos EUA nas décadas de 50 e 60, que não acreditavam em empregos comuns, lutavam para sobreviver e viajavam sempre que pudessem. Porém, desde que o homem é homem, o desconhecido nos fascina.
No Brasil, essa cultura não é nem um pouco difundida, mas está crescendo lentamente. É fácil perceber como no Brasil isso é tão diferente apenas pela reação das pessoas ao ouvir que alguém viajou “de mochilão”. Muitos – muitos mesmo – brasileiros acham que mochilão é sinônimo de pobreza, de nômades sem o que comer fazendo dreads e pulseirinhas, de albergues a la O Albergue (que, junto com Turistas, está no ranking de filmes mais deprimentes da história)… Enfim, uma visão totalmente distorcida da situação real de um mochileiro, do estilo de viajar e da diferença entre pagar a CVC e viajar por conta própria.
mochilao
Também não precisa exagerar.

Hotel x Hostel

Não, um albergue não é um pulgueiro – não se você se informar antes. Na maioria das vezes o mochileiro opta por viajar com menos “mordomias” pela experiência, não porque tem poucos recursos financeiros.
Particularmente, eu prefiro dormir num albergue e estender minha viagem a pagar três vezes mais num hotel e ficar apenas alguns dias. Num hotel, você nunca vai conhecer os outros viajantes, já no hostel (como são chamados os albergues) isso acontece todo o tempo. Sem exageros. Com um pacote, você nunca vai conhecer a cultura de um país, só seus pontos turísticos e os restaurantes afiliados. Vai conversar com meia dúzia de nativos, chutando alto.
São milhares de diferenças que fazem as pessoas optarem por este método alternativo (no Brasil ainda é classificado desta maneira) de viajar. Já viajei pelos dois métodos e claramente optarei por fazer um mochilão sempre que possível. É claro que milhares de imprevistos podem acontecer (como sempre), mas no fim se tornam boas histórias para contar. Bagagem que você só vai conseguir se fizer esse tipo de viagem.
Até eu mesma, após anos e anos lendo relatos e dicas de diversos mochileiros, tinha uma visão completamente distorcida do que realmente é viajar neste estilo. Vai muito mais além do que conhecer outro país e gastar menos do que uma viagem tradicional.
Você começa acanhado, com todos os seus pensamentos pré estabelecidos, e aos poucos, convivendo com outras pessoas no hostel, vendo as milhares de realidades diferentes ao seu redor, conhecendo outros tipos de pensamento, outras culturas, outros modos de ver e aproveitar a vida, e de repente você se dá conta que o sentimento de liberdade plena já tomou conta de você.

“Far Behind” (Eddie Vedder), trilha sonora de Into the Wild: excelente música para começar um dia na estrada
Não adianta ler muito sobre mochilar. Enquanto você não o fizer, nunca vai conseguir sentir a mesma coisa que alguém que está na estrada. Parece clichê, mas todas as suas regras, todos os seus padrões vão mudar, se ampliar. Quem coloca uma mochila nas costas e vai – muitas vezes sozinho – para uma cidade ou país desconhecido provavelmente já está querendo absorver ao máximo tudo que conseguir nesta experiência, então vai ser fácil sentir toda a descoberta e a liberdade que isso oferece.
É claro que não são todos que conseguem se tornar seres de pensamento livre e aberto para as diversas informações que as pessoas têm a lhe fornecer – uma pena. Diante de um mundo tão cheio de conhecimento, opiniões e ideias, aliado a uma oportunidade tão única como essa, a pessoa fica lá, no seu próprio mundinho fechado. Mas espero que todos os leitores PdH não sejam assim, por isso não vou focar nesta parte.
Parece papo de louco (e talvez seja), mas é realmente incrível chegar ao patamar de se desprender das regras que as pessoas fizeram você engolir, estar de peito aberto para o mundo e sorrir para as oportunidades que aparecem. Tornar-se simplesmente a essência do ser humano como ele deveria ser, sem pré-conceitos, pré-julgamentos ou recriminação é uma das melhores coisas que você pode sentir mochilando – seria ingênuo, porém, pensar que é sempre assim.
Ninguém vai te chamar de sujo caso sua blusa acabe manchada, nem se você dançar de uma maneira que você nunca dançou na vida. Você tem a liberdade de agir da maneira que quiser porque ninguém vai estranhar. Você pode ser você sem medo de julgamentos pelas atitudes que você tomava dias atrás.

Para quem deseja viajar de mochilão…

Fiquei mais de um ano planejando meu mochilão até finalmente conseguir sair. A melhor coisa que eu fiz foi não ter planejado fielmente nada. Meu único planejamento de quando saí do Brasil era que dormiria 4 dias em um hostel em Buenos Aires. De resto, fui descobrindo na hora, conversando com as pessoas, colhendo opiniões, conhecendo gente, me divertindo, conhecendo lugares, e “deixando a vida me levar”. Não sabia nem exatamente que roteiro eu faria. É aí que começa a sensação de liberdade, que fica cada vez melhor.
aconcagua
Parque do Aconcágua – Mendoza – Argentina (foto da autora)
Obviamente não sou (ainda) uma expert em viajar assim; mesmo se fosse, acredito que não teria muitas dicas para dar, pois mochilar é um processo muito pessoal.
De início, selecione os lugares que você gostaria de visitar e os que seriam viáveis para você. Pesquise bastante para ter uma noção de quanto você pode gastar por dia e se isso é suficiente para pagar sua estadia, transporte e almoço – além do transporte para outras cidades ou países.
A principal dica que eu posso dar é: ouse!
Se você quer ir, mas não conseguiu companhia, não desista de viajar!  Este foi o meu caso. Normalmente não é muito comum as pessoas seguirem em frente com essa “loucura” (sic). De início, se animam, mas depois acabam dando pra trás por diversos motivos. Não tenha medo de viajar sozinho. Você vai conhecer muitas e muitas pessoas dormindo em hostels. Como todos estão viajando, a conversa flui muito fácil, mesmo se você for tímido. Além disso, é ótimo passar um tempo sozinho, conhecer como você é sem precisar pensar em como você foi ontem, afinal ninguém ali o conhecia ontem. É realmente um estudo de si mesmo.
No mais, é isso. Aproveite o que o mundo tem a lhe dar, compartilhe o que você pode oferecer aos outros. Aprenda a descascar laranja de outra maneira, a cumprimentar em armênio, a dançar valsa creola ou a marinera. Conheça a cultura do lugar que você vai, não apenas os pontos turísticos. Vá a uma festa tradicional, converse com os moradores, ouça histórias, incorpore o que puder da cultura local.
Fique um dia sem sair do hostel, apenas conversando com aquele grupo de pessoas, cada um de um país diferente. Dê-se o direito de conhecer o que você quer, ir onde você quer, e não onde aquele local “obrigatório e imperdível” dos cartões postais. Faça o que lhe dá vontade, quando lhe der vontade, não quando a excursão estiver saindo.
Numa próxima oportunidade conto um pouco da minha experiência mochilando, mas não conseguiria falar disso sem antes falar da experiência que um mochilão pode trazer.
Se você quer mais informações sobre mochilar, acesse o fórum www.mochileiros.com, o site www.mochilabrasil.com.br, a comunidade “Mochileiros” no Orkut e os milhares de blogs espalhados pela web que tratam do assunto. Se souber inglês, compre um Lonely Planet que você já pode se perder pelo mundo.
   Quer saber quem escreveu esse texto?




Debora Corrano cursa Publicidade e Propaganda, é protetora dos animais e um dia pretende ser beer sommelier e mochileira. Um de seus hábitos preferidos é teorizar sobre o comportamento humano. Também escreve no Le Desordre C’est Moi.