sexta-feira, 25 de março de 2011

Até onde vai?


A cada dia mais vejo e infelizmente acredito que o preconceito ainda existe e parece que vai demorar pra acabar.
Conheci uma  garota ela é super legal,engraçada e tudo mais,porém ela é homossexual (lésbica), o nome dela é Pietro é esse nome que ela se colocou, e uma outra garota chamada Carolaine é super preconceituosa,trata o Pietro mal sabe,esnoba, o problema é que a família de Carolaine tbm é assim proibe até ela ficar na rua quando o Pietro está.
Eu não entendo como as pessoas olham torto por causa disso,acredito que seja algo que não dá pra controlar vc gosta de fulano não por que quer acontece e mesma coisa acontece com o Pietro,porém Carolaine, nem liga ignora.
Acho isso ridículo todo mundo é gente,temos que respeitar um ao outro independente do que a pessoa seja,ou estilo ...
Acabando com isso é só tendo respeito,sem isso não dá.
Por que é diferente é,pais acham ma influencia pras filhas,a bíblia diz que não pode,porém temos que aceitar

quinta-feira, 24 de março de 2011

Dicas e historia de Bruna Vieira do Blog depois dos 15 .


Vocês já assistiram “Curtindo a vida adoidado”? É um clássico do cinema dos anos 80. Eu vi porque não sou nenhuma jovenzinha, mas vira e mexe ele passa na Sessão da Tarde e você pode conferir o que eu diria que foi o hino de uma geração que falava sobre liberdade e escolhas disfarçado de comédia. O Filme conta a história de um garoto que mata um dia de aula e neste dia acontecem coisas boas, coisas ruins e coisas incríveis. Ele marcou a minha adolescência, mas ficou marcado principalmente porque no momento em que Ferris dançava ao som de "Twist and Shout" em uma daquelas paradas americanas, eu contava para minha mãe que dei meu primeiro beijo. Eu já tinha dezessete anos e além de estar muito atrasada, minha mãe sempre foi minha melhor amiga, portanto achei que ela ficaria feliz, e me diria “Antes tarde do que nunca”. Mas ela fez justamente o contrário, ficou muito brava e me encheu de perguntas. Foi nesse momento que percebi que apesar de sermos amigas, não éramos. Ela ainda era minha mãe e mesmo com quarenta anos de idade eu seria sempre sua garotinha. Portanto a idéia de me ver beijando alguém não era muito agradável para ela, porque talvez o beijo significasse a começo de muitas coisas. O fim de uma fase que determina quando você larga a boneca e começa de fato a prestar a atenção nos meninos. Exatamente por isso, quando tive minha primeira relação sexual alguns anos mais tarde, decidi não contar para minha mãe. Nunca contei.




É importante contar?



Depende. Não há uma resposta correta para esta pergunta. Se você é muito próxima dos seus pais e sente que deve compartilhar tudo com eles, pode se sentir melhor contando, afinal, é uma fase importante da sua vida. É claro que é preciso estar preparada para o sermão, como eu disse, eles são seus pais e não seus amigos. A idéia da filhinha deles tendo relações sexuais sem dúvida não é muito agradável, mas alguns fatores podem aumentar o ar de desaprovação:



1- Você não está em um relacionamento sério.



2- Você é muito nova.



Se um destes for o seu caso, esteja preparada para ouvir sermões. Entenda que seus pais são de outra época.



Você pode decidir contar por que:



1- Gostaria que sua mãe te acompanhasse ao ginecologista



2- Gostaria que sua mãe tirasse algumas dúvidas.



Se você decidiu contar é melhor fazer de forma direta. Não dizem que é melhor arrancar o curativo de uma vez? O resultado final é o mesmo, logo, o melhor é fazer rápido. Então seja direta e sincera. Ela pode achar estranho no começo, mas vai se acostumar e no fim ficará muito feliz que tenha contado a ela. Não sabe como tocar no assunto? O que sempre funcionou para mim quando queria contar algo para minha mãe e não conseguia era escrever cartas. Escrevia tudo o que eu sentia e o porquê da minha decisão. Ela vinha me procurar para conversar sobre o assunto e eu evitava aquela parte de ficar noites sem dormir tentando achar uma forma de começar o papo. É infalível.

Hoje é tempo


É justamente quando mais se faz força para esquecer, que menos se esquece. E então as coisas parecem tão erradas, tão tortas, tão falsas que talvez a solução seja justamente deixar. Sim, deixar acontecer. Deixar a dor chegar, tomar conta, e esperar que uma hora ela se canse e vá procurar outro corpo, outra história, outra tristeza.

Não dá para ser feliz 24 horas por dia, 7 dias na semana, 30 dias no mês. Hoje é tempo de sentir e sofrer. É tempo de viver o luto, vestir o preto e chorar por uma madrugada inteira. É tempo de deixar as saídas para semana que vem, os sorrisos para amanhã e se sentir humano. Porque ser humano é isso aí. É aceitar ser feliz. E em toda felicidade, a tristeza também faz parte.
Hoje é tempo de não enlouquecer. É tempo de botar a cabeça no lugar, ligar aquele motorzinho do "deixa fluir" e esperar que o tempo resolva o que ficou pra trás. Mas o tempo é um senhor filho da puta. O tempo não escolhe, não seleciona, não separa o que deve ir do que deve ficar. Se ele leva embora, ele leva embora tudo. E tempo, me deixa ficar com essa lembrança, só essa. Vai, tempo, deixa! A pinta do lado esquerdo do rosto, o cheiro do perfume doce ou a forma como o cabelo cai na testa. Mas ele não deixa. Ele é a salvação de toda a crueldade do esquecimento. E quando você acordar num belo dia com a certeza de que tudo passou, acordará também com a certeza de que até o que não podia passar, passou também.
E então um dia você se pega perguntando "qual era mesmo a cor daqueles olhos?", e não vai mais importar se eram verdes, azuis ou castanhos, porque aqueles olhos já não te olham mais.
O esquecimento é o preço que o tempo cobra por deixar fluir, por levar embora tristezas e arrependimentos. Um preço caro, mas indolor.
Um preço necessário para que tudo fique bem de novo. Para que a vida, a cabeça e o coração abram espaço para novas alegrias, novas memórias e novos esquecimentos.
Hoje é tempo de se fechar para mais tarde ser tempo de se abrir. Hoje é tempo de tempo.

Os textos da Taylor Swift!

Apesar de nunca ter chagado a publicar um livro, Taylor Swift sempre nos encantou com suas composições e respostas em entrevistas. A jovem de apenas 21 anos, ficou conhecida em 2008 e em poucos anos, ganhou diversos prêmios importantes no mundo da música.
Quando eu escutei a música "Speak Now" em algum filme ( uma comédia romântica qualquer),  fui correndo atrás de quem era a dona daquela voz. Fiquei surpresa quando vi que era da Taylor, então resolvi baixar o álbum completo.
Adivinha? Ela cantou sozinha a trilha sonora de quase uma semana da vida.




Quando comecei a ler um pouco mais sobre a sua história, me identifiquei bastante. Pra quem não sabe, ela mesmo escreve a maioria de suas músicas, todas para algum cara que já amou. E a melhor parte: Não tem medo de assumir isso.
Ela já teve vários rolos com famosos, entre eles: Joe Jonas, Taylor Lautner e John mayer e segundo dizem por aí, escreveu músicas sobre o relacionamento com eles, respectivamente "Forever & Always","Back To December","Dear John".








Separei para vocês alguns dos meus trechos prediletos, espero que gostem:

"Quando você é uma garotinha, você acredita em contos de fadas e diz que vai encontrar o príncipe encantado e ele vai estar em qualquer lugar que você quiser que esteja. Nos contos de fadas, sempre é bem fácil descobrir o vilão, ele sempre está usando uma capa preta. Então você cresce, e percebe que o príncipe encantado não é tão fácil de encontrar como você pensou. O vilão não está usando uma capa preta, ele é bem engraçado, te faz rir e tem um cabelo perfeito".
"Não tenho dormido ultimamente. Ficando acordada relembrando de como fui embora! Quando seu aniversário passou e eu não liguei, eu penso no verão, todas as horas bonitas. Eu assistia você rindo do lado do passageiro e eu percebi que amava você no outono. Depois veio o frio, com os dias escuros, quando o medo se arrastou na minha mente. Você me deu todo o seu amor, e tudo o que eu lhe dei foi um adeus."
"Os fãs são, a minha coisa preferida no mundo inteiro. Eu nunca fui daquele tipo de artista que tem aquela linha a diferenciar os seus amigos dos seus fãs. Eu vou sair com eles depois dos concertos. Eu saio com eles antes dos concertos. Se eu os vir por aí, eu fico ali e falo com eles pelo menos 10 minutos. Não me interessa! Eu sou apenas uma jovem na escola secundária que tem um emprego melhor. Quem sou eu para pensar que sou melhor que falar com as pessoas."
"Eu gosto de escrever canções sobre caras que me traem. Mas eu não vou falar sobre isso no meu Monólogo. Eu gosto de escrever o nome deles nas canções, para que eles tenham vergonha de sair em público. Mas eu não vou falar sobre isso no meu Monólogo."
"Eu não sei o que eu quero, então não me pergunte, porque eu ainda estou tentando entender isso. Não sei onde essa estrada vai dar, eu estou apenas andando tentando ver através da chuva que vem caindo… embora eu não seja a única quem se sente do jeito que eu me sinto, eu estou sozinha, comigo mesma, e é tudo que eu sei eu serei forte, eu estarei errada,oh mas a vida continua eu sou apenas uma garota, tentando achar um lugar nesse mundo."

http://youtu.be/jUJhhHkHWi0

terça-feira, 22 de março de 2011

Ninguém!




Tem horas em que parece melhor viver como esse ninguém que tanto dedico meus sentimentos também não existisse. Sua incapacidade de existir me irrita e desilude. É inexistência demais para a minha existência suportar. Esse vazio não preenche nada. O vácuo não devia abrigar tudo isso. Falta coragem de continuar uma conversa com quem nunca começou um diálogo comigo. Monólogos são até fundamentais para minha existência. Mas não deviam resumir ela desse modo. É como se eu tivesse que deixar de existir para poder me tornar interessante, sumir para poder ser vista, correr para poder ser alcançada, esquecer para ser lembrada e parar de escrever para ser lida.




Ninguém é estranho demais. É como se esses olhos que nunca me olharam estivessem vendados, esses ouvidos que nunca me escutaram estivessem tampados, essa pele que nunca me tocou estivesse me repulsando, esse nariz que nunca cheirou mentira não acreditasse em minhas verdades, essa língua que nunca criou palavras estivesse se engasgando propositalmente, esse coração que nunca me amou estivesse me desprezando e essa mente que nunca me conheceu tivesse me esquecido.



Ninguém precisaria ser alguém para mudar isso.

O maior pedaço!

Revisando algumas propriedades básicas de divisão, me deparei com o fato de que não ficamos satisfeitos em comer o maior pedaço de certo alimento, e sim uma maior quantidade de partes dele, por mais que sejam menores. Logo, pensei: será que não fazemos isso nos precipitando com a felicidade?




O que quero colocar em questão nada mais é do que a nossa ansiedade diante de boas coisas acontecendo: sem se deixar aquietar pela vontade do tempo de fazer com que as os fatos aconteçam naturalmente, acabamos por engolir vários momentos que poderiam ter sido muito mais parecidos com o que sonhávamos.



Uma de nossas maiores fraquezas é se render a essa gula de borboletas no estômago. Gula essa, que satura nosso coração e no final, só aumenta o peso das nossas decepções e frustrações.



Mas hoje é segunda feira, dia propício para iniciar qualquer dieta!



Este que proponho é simples: respirar fundo três vezes ao dia e perceber que nossa saúde emocional e afetiva (bem como todo o encanto de nossos sonhos, realizações e pequenas alegrias) podem durar todo o tempo que quisermos se nos contentarmos com o que os ponteiros do relógio e as outras pessoas têm para nos oferecer.



E, somente assim, dividindo em pequenas doses a melhor parte de nós, sentiremos o prazer do coração palpitando e dos olhos brilhando como quando nos é dado de presente o doce que mais gostamos.



À balança, leitores!

Oque os garotos acham da sua maquiagem?

Por mais que você se arrume para se sentir bonita e bem consigo mesma, é impossível negar que você se arruma para ser percebida pelas outras pessoas… Ainda mais pelos garotos. Quem nunca contou com aquela forcinha da maquiagem para se sentir mais segura num encontro? Ou quem nunca deu aquele retoque no blush só para não passar despercebida? É verdade: a make sempre ajuda a gente, de uma forma ou de outra.

Intrigada pela dúvida "Será que eu to bonita?" de sempre, resolvi ir atrás das respostas deles. Tá curiosa?



Eu comecei com a dúvida de um clássico que pode deixar qualquer garota insegura: o batom vermelho. Algumas meninas têem medo de ficarem com a boca maior, de chamarem atenção demais e, às vezes, de ficarem sexys demais. Perguntei ao Hélio o que ele acha sobre e ele disse: "Eu acho que deixa a mulher mais elegante e, em muitos casos, mais sexy. Acho que em todo lugar se pode usar batom, mas, claro, tomando cuidado com os tons em cada situação." Então tá anotado: o batom vermelho funciona.


Uma outra coisa que é poderosa é a maquiagem preta esfumada nos olhos. Eu particularmente AMO fazer maquiagem preta, mas o que os garotos pensam? "Acredito que existam certos momentos para se usar uma make toda preta. A menina tem que saber onde e como usar. Em um evento mais social, noturno e por que não dizer chique? A make preta, quado usada corretamente, com uma roupa sensual, deixa a menina mais elegante e muitas vezes mais atraente. Porém é preciso um cuidado para não exagerar e ficar parecendo um panda como a Taylor Momsen", disse o Cauê. Realmente, aquela maquiagem forçada da Taylor deixa ela muito estranha. Vamos combinar? A Taylor com maquiagem natural é per-fei-ta.


Uma das modas mais legais é usar glitter nos olhos. Mas será que a gente exagera de vez em quando fazendo a Ke$ha? "Eu acho que é uma maquiagem 'especial' que não dá para usar em qualquer lugar, por exemplo, pra sair na rua. Mas em balada, de noite eu acho atraente se não houver exageros no glitter. Uma dica: lápis de olho é essencial!". Além de dar a opinião, o Guilherme ainda mandou a dica! Já sabem meninas: lápis de olho é essencial.

Quanto aos cílios postiços… "Eu particularmente não gosto. Gosto de algo que seja mais natural, mais suave." Essa é a opinião do Giovanne. Eu adoro usar postiços! Mas tudo tem seu momento, claro. Uma festa legal, balada, sempre na noite. Afinal, ninguém quer fazer a drag de dia né?
Vale lembrar que opinião é opinião e cada um tem a sua. O que importa é que você se sinta bem como for. Desde que não tenha nada exagerado, tudo bem. Mas vale sempre pedir a opinião do namorado, do melhor amigo, de alguém do sexo oposto pra gente se sentir mais segura…