quarta-feira, 16 de março de 2011
Texto dos outros
Em algum momento, em vários deles ou definitivamente, as pessoas sempre vão embora. Talvez essa seja a pior coisa do mundo. Ele vai embora, sempre, quando eu preciso de quinze minutos de silêncio complementar à minha entrega, odeio o desespero dele por banhos e a sua ansiedade curiosa pelo que vem depois. Que se dane o depois, eu sou agora, ou pelo menos era.
Ele vai embora, sempre, quando o parágrafo passa de três linhas, o pensamento dele ultrapassa meus olhos, o som se perde da minha boca para qualquer outro canto do mundo que não tenha seus ouvidos e ele olha fixamente para qualquer outra coisa que não seja a minha existência. Sempre a mesma cara de tédio e de busca pelo resto que não se repete ou não se prolonga. Ele sempre vai embora quando eu queria que ele se perdesse um pouco, rasgasse a agenda, lançasse o celular no rio, desligasse todos os toques, luzes e sinais de que há todo o resto. Esquecesse do sono, do livro, da planta, das lembranças. Ele sempre vai embora do meu mundo quando eu só queria que ele descansasse um pouco de ser ele o tempo todo, mas ele tem muito medo de não ser ele, talvez porque ele não saiba o que ele é.
Ele sempre vai embora pra descobrir quem ele é, ou para lembrar que ele é o mesmo de sempre que não sabe quem é, ele sempre vai embora antes da gente ser alguma coisa juntos. Vivo com essa sensação de abandono, de falta, de pouco, de metade. Mas nada disso é novidade. Antes dele, teve o outro, o outro que continua indo embora para sempre porque nunca foi embora pra sempre. Eu não sei deixar ninguém partir, eu não sei escolher, excluir, deletar. São as pessoas que resolvem me deixar, melhor assim, adoro não ser responsável por absolutamente nada, odeio o peso que uma despedida eterna causa em mim. Nada é eterno, não quero brincar de Deus.
O outro foi embora a primeira vez porque estava bêbado demais, foi embora a segunda porque ficou tarde, foi embora a terceira porque teve medo de ficar pra sempre, foi embora durante alguns longos anos porque todo o resto do mundo precisava dele e eu era apenas uma das demandas. Ele me chamou de demanda a última vez que foi embora pra sempre, mas pra sempre pode durar duas horas, dois anos ou duas encarnações. A gente sempre se despede lembrando da música do Chico que diz “o amor não tem pressa, ele sabe esperar em silêncio”.
Antes dele teve ainda um outro que sempre ia embora na espera de que existisse algo melhor do que eu, mas não ia definitivamente porque não é todo dia que aparece alguém melhor do que eu. Um dia apareceu, ela até que é bonita e tal, não parece tão confusa e intensa e talvez mediocridade seja tudo de que uma pessoa precise para ser feliz. Mas a última vez que ele foi embora, antes me deu um abraço de quem nunca saiu do mesmo lugar. O abraço e o seu olhar de quem nunca sabe direito porque vai embora ficaram pra sempre comigo.
Hoje meu novo amigo foi embora, não pra sempre, mas um segundo pode ser pra sempre se pensarmos grandiosamente, e ele me dá vontade de pensar grandiosamente. Fazia tempo que alguém não ficava tão calado enquanto eu apenas existo, fazia tempo que alguém não ficava tão perdido só porque me encontrou, fazia tempo que eu não me olhava no espelho e sorria, sabendo que sim, sim, sim, sou bonita ora bolas! Sou interessante! Da onde eu tinha tirado o contrário nos últimos meses?
Todo mundo chega na sua vida. Em algum momento, em vários deles ou definitivamente, as pessoas sempre chegam. Talvez essa seja a melhor coisa do mundo. Como naquele texto que não lembro, daquela pessoa que não lembro, e sobre o qual você me contou de um jeito que eu nunca mais vou esquecer, no final a gente acaba mesmo numa esquina qualquer, lembrando de alguém que um dia chegou e depois foi embora, perplexo.
Entre Aspas-E tudo mudou...
O rouge virou blush,
O pó-de-arroz virou pó-compacto,
O brilho virou gloss,
O rímel virou máscara incolor;
A Lycra virou stretch,
Anabela virou plataforma;
O corpete virou porta-seios …
Que virou sutiã …
Que virou lib …
Que virou silicone!
A peruca virou aplique … interlace … Megahair … Alongamento!
A escova virou chapinha,
'Problemas de moça' viraram TPM;
Confete virou MM;
A crise de nervos virou estresse,
A chita virou viscose,
A purpurina virou gliter,
A brilhantina virou mousse…
Os halteres viraram bomba,
A ergométrica virou spinning,
A tanga virou fio dental…
. . . E o fio dental virou anti-séptico bucal.
Ninguém mais vê:
Ping-Pong porque virou Bubaloo,
O à-la-carte porque virou self-service,
A tristeza agora é depressão,
O espaguete virou Miojo pronto,
A paquera virou pegação,
A gafieira virou dança de salão,
O que era praça virou shopping,
A areia virou ringue,
A caneta virou teclado,
O LP virou CD,
A fita de vídeo é DVD,
O CD já é MP3,
É um filho onde eram seis,
O álbum de fotos agora é mostrado por e-mail,
O namoro agora é virtual,
A cantada virou torpedo,
E do 'não' não se tem medo,
O break virou street,
O samba, pagode
O carnaval de rua virou Sapucaí,
O folclore brasileiro, halloween
O piano agora é teclado, também…
O forró de sanfona ficou eletrônico,
Fortificante não é mais Biotônico,
Polícia e ladrão virou counter strike,
Folhetins são novelas de TV,
Fauna e flora a desaparecer,
Lobato virou Paulo Coelho,
Caetano virou um pentelho,
Baby se converteu,
RPM desapareceu,
Elis ressuscitou em Maria Rita
Gal virou fênix,
Raul e Renato,
Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos
Agora só tocam lira…
A AIDS virou gripe,
A bala antes encontrada agora é perdida,
A violência está maldita!
A maconha é calmante,
O professor é agora o facilitador,
As lições já não importam mais,
A guerra superou a paz,
E a sociedade ficou incapaz…
… De tudo.
. . . Inclusive de notar essas diferenças.
Quer saber quem escreveu esse texto?
Luis Fernando Verissimo (Porto Alegre, 26 de setembro de 1936) é um escritor brasileiro. Mais conhecido por suas crônicas e textos de humor, mais precisamente de sátiras de costumes, publicados diariamente em vários jornais brasileiros, Verissimo é também cartunista e tradutor, além de roteirista de televisão, autor de teatro e romancista bissexto. Já foi publicitário e copy desk de jornal. É ainda músico, tendo tocado saxofone em alguns conjuntos. Com mais de 60 títulos publicados, é um dos mais populares escritores brasileiros contemporâneos. É filho do também escritor Erico Verissimo.
Entre Aspas-Explosão
Não tenho nada a ver com explosões”, diz um verso de Sylvia Plath. Eu li como se tivesse sido escrito por mim. Também não faço muito barulho, ainda que seja no silêncio que nos arrebentamos.
Tampouco tenho a ver com o espaço sideral, com galáxias ou mesmo com estrelas. Preciso estar firmemente pousada sobre algo — ou alguém. Abraços me seguram. E eu me agarro. Tenho medo da falta de gravidade: solta demais me perco, não vôo senão em sonhos.
Não tenho nada a ver com o mato, com o meio da selva, com raízes que brotam do chão e me fazem tropeçar, cair com o rosto sobre folhas e gravetos feito uma fugitiva dos contos de fada, a saia rasgando pelo caminho, a sensação de ser perseguida. Não tenho nada a ver com cipós, troncos, ruídos que não sei de onde vêm e o que me dizem. Não me sinto à vontade onde o sol tem dificuldade de entrar. Prefiro praia, campo aberto, horizonte, espaço pra correr em linha reta. Ou para permanecer sem susto.
Não tenho nada a ver com boate, com o som alto impedindo a voz, com a sensualidade comprada em shopping, com o ajuntamento que é pura distância, as horas mortas desgastando o rosto, a falsa alegria dos ausentes de si mesmos.
Não tenho nada a ver com o que é dos outros, sejam roupas, gostos, opiniões ou irmãos, não me escalo para histórias que não são minhas, não me envolvo com o que não me envolve, não tomo emprestado nem me empresto. Se é caso sério eu me dôo, se é bobagem eu me abstenho, tenho vida própria e suficiente pra lidar, sobra pouco de mim para intromissões no que me é ainda mais estranho do que eu mesma.
Não tenho nada a ver com cenas de comerciais de TV, sou um filme sueco, uma comédia britânica, um erro de adaptação, um personagem que esquece a fala, nada possuo de floral ou carnaval, não aprendi a ser festiva, sou apenas fácil.
Não tenho nada a ver com igrejas, rezas e penitências, são raros os padres com firmeza no tom, é sempre uma fragilidade oral, um pedido de desculpas em nome de todos, frases que só parecem ter vogais, nosso sentimento de culpa recolhido como um dízimo. Nada tenho a ver com não gostar de mim. Me aceito impura, me gosto com pecados, e há muito me perdoei.
Não tenho nada a ver com galáxia, mato, boate, a vida dos outros, os comerciais de TV e igrejas. Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas, a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei. Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto.
Minto, tenho tudo a ver com explosões.
Quer saber quem escreveu esse texto?
Martha Medeiros (Porto Alegre, 20 de agosto de 1961) é uma jornalista e escritora brasileira. Filha de José Bernardo Barreto de Medeiros e Isabel Mattos de Medeiros, é colunista do jornal Zero Hora de Porto Alegre, e de O Globo, do Rio de Janeiro. Casou-se com o publicitário Luiz Telmo de Oliveira Ramos e tem duas filhas. Estudou no Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho, tradicional de Porto Alegre, localizado nos arredores do bairro Moinhos de Vento. Formou-se em 1982 na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre. Trabalhou em propaganda e publicidade, mas logo se sentiu frustrada com a carreira. Quando seu marido recebeu uma proposta de trabalho no Chile, decidiu que uma mudança de país seria uma ótima oportunidade para dar um tempo na profissão. Esta estada de nove meses no Chile, na qual passou escrevendo poesia, acabou sendo um divisor de águas na sua vida. Quando voltou para Porto Alegre, começou a escrever crônicas para jornal e, a partir daí, sua carreira literária deslanchou.
terça-feira, 15 de março de 2011
Soprando desejos.
Conforme o tempo vai passando e vamos crescendo, percebemos o quão mutáveis e efêmeras as coisas são. Diferenciamos as amizades que serão duradouras e chegamos a conclusão, muitas vezes dolorosa, de que quem realmente nos ama guarda um tempo para pensar em nós e quer saber mais sobre nosso dia, sem mais desculpas para lá e para cá.
Entristecemo-nos com quem saiu de nossos corações sem pedir permissão e, talvez chorando, lembramos do quanto desejamos que aquele verão durasse todas as estações da nossa adolescência.
Se este documento fosse um manual de instruções, recomendaria o exercício diário por todos aqueles que já se decepcionaram por excesso de devoção e amor: repita para si todas as manhãs “estou aberto para aprender algo novo hoje”. Não podemos subestimar o valor de um pedaço de informação (mesmo que banal), pois esse, fiel escudeiro, não nos abandonará nos momentos mais inusitados e nos renderá amigos e boas conversas.
Já se essas palavras formassem um mural de avisos, diria duas vezes antes de pensar (como se não houvesse amanhã), para que não se arrependam de nada e não eternizem sentimentos. Afinal, faríamos tudo irrevogavelmente da mesma forma.
Sinto que mesmo sendo meu aniversário, devo em forma de aviso um presente para mim e para todos aqueles que amam: não exija o amor de ninguém. Não há martírio maior do que não ser correspondido embora você faça tudo certo. Sendo assim, poupe sua consciência e passe as noites em claro dedicando sua energia em algo que seja importante o bastante para merecer qualquer sofrimento.
Minhas velinhas estão acesas para que os desejos e sonhos sejam soprados. E que estes nunca se apaguem, bem como nossa juventude.
Entristecemo-nos com quem saiu de nossos corações sem pedir permissão e, talvez chorando, lembramos do quanto desejamos que aquele verão durasse todas as estações da nossa adolescência.
Se este documento fosse um manual de instruções, recomendaria o exercício diário por todos aqueles que já se decepcionaram por excesso de devoção e amor: repita para si todas as manhãs “estou aberto para aprender algo novo hoje”. Não podemos subestimar o valor de um pedaço de informação (mesmo que banal), pois esse, fiel escudeiro, não nos abandonará nos momentos mais inusitados e nos renderá amigos e boas conversas.
Já se essas palavras formassem um mural de avisos, diria duas vezes antes de pensar (como se não houvesse amanhã), para que não se arrependam de nada e não eternizem sentimentos. Afinal, faríamos tudo irrevogavelmente da mesma forma.
Sinto que mesmo sendo meu aniversário, devo em forma de aviso um presente para mim e para todos aqueles que amam: não exija o amor de ninguém. Não há martírio maior do que não ser correspondido embora você faça tudo certo. Sendo assim, poupe sua consciência e passe as noites em claro dedicando sua energia em algo que seja importante o bastante para merecer qualquer sofrimento.
Minhas velinhas estão acesas para que os desejos e sonhos sejam soprados. E que estes nunca se apaguem, bem como nossa juventude.
Flip Flops!
Zôri é o nome dado ao chinelinho japonês rasteiro feito de palha trançada ou madeira, com tiras em forma de "V", em que não há distinção entre pé esquerdo e direito. A Zôri era usada com kimono, mas depois passou a ser usada no dia-a-dia japonês, se tornando um calçado indispensável por ser simples e confortável. Sabemos que não faz parte da nossa cultura usá-las, mas quem é que não tem um chinelo de borracha no armário? Pois é. A Zôri, inspirou as tradicionais sandálias Havaianas, lançadas em 8 de junho de 1958.
A Idéia da nova sandália de borracha criada pela empresa Alpargatas se espalhou rapidamente, fazendo a marca fabricar mais de mil pares por dia. O sucesso fez a Havaianas passar por pelo menos três gerações de brasileiros. Passaram pelo movimento hippie, pelos anos 70, 80 e 90. Até que em 1991 começaram a ser veiculadas propagandas de grande porte estreladas por artistas famosos (reforçando o antigo slogan "Havaianas: Todo mundo usa"), foi criado um display vertical para facilitar a escolha do produto e do número, e as Havaianas evoluíram dos modelos simples para designs mais elaborados, com novas aplicações, formatos, saltos e desenhos.
Em 2002, Jean Paul Gaultier colocou cinquenta modelos desfilando pela passarela calçando Havaianas. Inicialmente, a inovação causou um grande impacto, já que esse tipo de chinelo era visto como algo simples demais. Porém, os gringos amaram a novidade e até hoje as Havaianas são vistas mundialmente no pé de muita gente, viraram um ícone fashion.
Hoje em dia temos uma grande variedade de marcas que fabricam esse tipo de calçado, que por virar um hit, combinam muito com a moda high-low: O luxo misturado com o simples, ou seja, a mistura de peças sofisticadas e outras mais básicas. (leia mais…)
segunda-feira, 14 de março de 2011
Quando uma nuvem negra para sobre você ?
Oi gente, é sei que tenho sumido um pouco esse mês é que está tudo muito conturbado nessa minha vida pacata.Entre coisas ruins e bons acabei ficando um pouco sem tempo,é que na semana de Carnaval fui para praia,e até levei o notbook,mas lá estava sem net,e essa semana estou na casa da minha tia,pois minha mãe foi para Curitiba ficar com minha outra tia que está gravida,então o tempo está correndo não que eu não esteje gostando pelo contrario estou amando.
Ainda não me acostumei com a minha sala de aula nova, hoje mesmo cabulei na sala perfeita 3°D,foi que minha professora de pd faltou,foi um máximo,mas depois tive que voltar pra minha sala dai desabei em lágrimas,pois com elas tudo tem graça com todo respeito a as tragédias que estão acontecendo no Japão,fica engraçada,porém nem tudo é perfeito temos desavenças com as amigas,vemos que as pessoas se distanciam das outras de uma forma totalmente estranha.
Amanha novamente não tem aula,reunião de pais,pra mim é sensacional,mas um dia longe do lugar onde me sinto mal,porém na quarta já tem aula normal,e em falar nisso estou cheia de trabalhos pra fazer,é historia,português,geografia....muitos mesmos sem falar nas provas e que eles são para apresentar,já sou tímida ainda sem as meninas tudo consegue ficar pior,mas acho que logo passa,já estamos em Março mesmo.
Agora sem negatividade foi tudo muito bom nessa ultimas semanas sem a escola,fui pra praia em um aniversário super legal nunca dancei tanto em toda minha vida,e a casa da minha tia está bem divertida.
Mas diante dessa tempestade tudo vai ficar melhor,alias conheço uma musica que está combinando muito comigo nessa fase ela é + ou - assim:
Eu sei esses dias não tem sido faceis pra você te falei, que o melhor sempre leva tempo pra acontecer,deixe de ser confuso e frustado que hoje é segredo será revelado, amanha você será quem hoje você sonha em ser,então começe acreditar que nada é impossivel basta você crer o tempo não para então corra atras de tudo aquilo que você deseja ser ou fazer,opiniões contrarias não vão te levar aonde você quer chegar ...
escutem se quiserem eu gosto espero que gostem também:
http://www.youtube.com/watch?v=V6QIQPyHSr4&playnext=1&list=PLE24C47420AEB6DA5
Cabelos bonitos no inverno
O inverno está chegando e com ele, as tendências de moda e beleza. E para iniciar a nova estação com tudo, nada melhor que renovar o visual e investir em um novo corte de cabelo.
De acordo com as apostas dos especialistas no assunto, os cabelos do inverno 2011 terão uma aparência natural, com madeixas mais elaboradas, assimétricas ou repicadas e com muito volume. Os comprimentos vão variar dos curtíssimos até os mais longos, com franjas mais curtas ou franjão de lado.
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O cabelo chanel vem com tudo neste inverno. Os modelos do corte vão dos clássicos às versões assimétricas e cheias de estilo.
Os cortes de cabelo para o inverno 2011 são práticos, descolados, muito modernos e realçam ainda mais o rosto feminino.
Os fios curto e com volume são tendência para esta estação, tanto para quem tem fios lisos como cacheados. Deixe o artificial de lado e aceite seus fios naturais.
O corte médio na altura dos ombros é a grande aposta para a estação. Os longos continuam nesta temporada, mas com cortes mais despontados e efeito mais volumoso.
Os modelos repicados e com o franjão de lado ficam mais versáteis e dão um ar mais jovial para a mulher. Aposte em modelos ondulados, enrolados ou crespos, para que o efeito repicado fique ainda mais elegante e com um volume natural.
Para começar a temporada de inverno ainda mais bonita, confira também as tendências em cores de cabelo 2011 e fique por dentro dos tons ideais para arrasar.
De acordo com as apostas dos especialistas no assunto, os cabelos do inverno 2011 terão uma aparência natural, com madeixas mais elaboradas, assimétricas ou repicadas e com muito volume. Os comprimentos vão variar dos curtíssimos até os mais longos, com franjas mais curtas ou franjão de lado.
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O cabelo chanel vem com tudo neste inverno. Os modelos do corte vão dos clássicos às versões assimétricas e cheias de estilo.
Os cortes de cabelo para o inverno 2011 são práticos, descolados, muito modernos e realçam ainda mais o rosto feminino.
Os fios curto e com volume são tendência para esta estação, tanto para quem tem fios lisos como cacheados. Deixe o artificial de lado e aceite seus fios naturais.
O corte médio na altura dos ombros é a grande aposta para a estação. Os longos continuam nesta temporada, mas com cortes mais despontados e efeito mais volumoso.
Os modelos repicados e com o franjão de lado ficam mais versáteis e dão um ar mais jovial para a mulher. Aposte em modelos ondulados, enrolados ou crespos, para que o efeito repicado fique ainda mais elegante e com um volume natural.
Para começar a temporada de inverno ainda mais bonita, confira também as tendências em cores de cabelo 2011 e fique por dentro dos tons ideais para arrasar.
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